MELASMA – Conheça as causas e os tratamentos

 

MELASMA

O nome melasma deriva do grego melas, significando negro. É uma doença dermatológica, resultando na alteração da cor da pele. São manchas escuras ou acastanhadas na face (principalmente nas maçãs do rosto, testa, nariz e buço), mas também podem se manifestar nos braços, pescoço e colo. Mais comumente em mulheres, muitas vezes esta condição está relacionada ao uso de anticoncepcionais, à gravidez (período em que alterações hormonais estimulam a atividade dos melanócitos), influência genética, uso de medicamentos (como anticonvulsivantes, e outros com valor histórico), cosméticos irritantes, disfunção da tireoide, fatores emocionais e, principalmente, à exposição solar.

 

Como ocorre:

Estimulo da atividade dos melanócitos, são células especializadas na produção de melanina (pigmento que confere cor à pele), e a melanose (acúmulo de melanina nos tecidos).

A cor da pele é influenciada pela produção de melanina, essa proteína garante a coloração da pele e evita os danos da radiação ultravioleta no DNA. Dessa forma, o melasma se caracteriza como uma hiperpigmentação decorrente da deposição aumentada de melanina.

 

Tratamento:

Estudos clínicos indicam a fotoproteção e uso de clareadores como as medidas de primeira linha no seu tratamento.
As terapias disponíveis são o uso de medicamentos tópicos (cremes), peelings e aplicações de luzes ou lasers. É importante salientar, entretanto, que o tratamento do melasma sempre prevê um conjunto de medidas para clarear, estabilizar e impedir que o pigmento volte.

Cremes Clareadores:

Como auxilio na remoção das manchas, os cremes mais usados e feitos pela Bioflora são à base de hidroquinona, ácido glicólico, ácido retinóico, ácido azeláico, arbutin, ácido kójico, ácido fítico e ácido tranexâmico. As indicações dos ativos variam de acordo com a necessidade de cada paciente.

As pessoas com melasma podem agravar a condição com um tratamento ou procedimento inadequado, dessa forma consulte sempre o seu médico (dermatologista) ou farmacêutico (para esclarecimentos).

 

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Referência Bibliográfica:
1. Miot LDB, Miot HA, Silva MG, Marques MEA. Fisiopatologia do melasma. An Bras Dermatol. 2009;84(6):623-35.
2. Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD). Disponível em: < http://www.sbd.org.br/dermatologia/pele/doencas-e-problemas/melasma/13/> Acesso em: 18 de março de 2019.